Fuji (018 of 21)
Há algumas semanas atrás, o telefone tocou:

Fujifilm X-Series- experiências e review

“Estou? Pedro? Daqui é o José, da Foreverblue Oita. A Fujifilm vai dar um workshop em Aveiro para apresentar a série X das suas máquinas fotográficas e eles queriam que tu experimentasses algumas para depois participares no workshop e falares sobre a tua experiência. Que te parece?”

– “A sério? Eu? Claro!”

Nem queria acreditar que queriam que eu testasse as máquinas fotográficas! Foi uma honra tremenda terem-me convidado e eu não podia dizer que não! E passado uns dias, lá fui eu buscar a novíssima X-T1, a X-E2 e algumas lentes.

Passei só alguns dias com elas e não tive tempo nem oportunidade de as utilizar em trabalho, mas posso desde já adiantar que fiquei rendido. Para começar, comparadas com as nossas D3 e D700, são minúsculas e tão leves que nem se sentem no ombro. Para mim, essa é a grande vantagem desta série da Fuji. Além disso, o ar retro de todas elas são autênticos desbloqueadores de conversa: toda a gente me perguntava “que máquina é essa? É antiga, não é?”. Como as DSLR grandes e intrusivas são tão comuns hoje em dia, este tipo de máquinas é uma lufada de ar fresco. E ninguém se sente intimidado por máquinas tão pequenas quando lhes é apontada a lente :).
Por falar em lentes, tinha à disposição 3 modelos diferentes: a zoom 18-55 f/3.5-5.6, a 18 f/2 e a 56 f/1.2. Como não sou grande fã de zoom e adoro grande angular, aquela que acabei por usar mais foi a 18 f/2 (equivalente a 27 f/2 em 35mm) porque adoro esta distância focal. Mas a 56mm é soberba. É estupidamente nítida, mesmo a f/1.2, mas o que gosto menos é o tamanho e o peso. Já que é para usar máquinas pequenas, que todo o conjunto seja pequeno.
Eu não falo de resolução nem de megapixels nem de coisas muito técnicas porque, honestamente, o que é mais importante para mim é a facilidade de utilização e a qualidade da imagem quando é impressa. E nisto, a Fuji esmerou-se: eu nunca tinha manuseado nenhuma destas máquinas e em 5 minutos senti-me “em casa”. Os botões são intuitivos, fáceis de usar e os menus muito simples. E na X-T1 está tudo ali à mão, com botões dedicados para a velocidade e o ISO. E tal como nas lentes Nikon (excepto as G), as lentes Fuji tem um anel de aberturas. Tudo muito prático e acessível.

Ainda assim, o que eu gostaria de ter era toda a capacidade técnica da X-T1 no corpo da X-Pro1, que tive a oportunidade de experimentar durante o workshop. Para mim, a X-Pro1 é a máquina mais bonita de toda a série e só espero que a Fuji lance a X-Pro2 com todos estes melhoramentos num futuro próximo 🙂
Só tive pena de não ter tido um pouco mais de tempo para usar as máquinas e testá-las em condições mais reais daquilo que fazemos. Estou muito curioso para saber como é que os convidados num casamento reagiriam a uma destas X 🙂

-Pedro

Fujifilm X-Series – experiments and review

A few weeks ago, the phone rang:

“Hello? Pedro? It’s José, from Foreverblue Oita. Fujifilm will hold a workshop in Aveiro to present their X-Series cameras and they wanted you to try some of them and then talk about your experience during the workshop. What do you think?”

“Really? Me? Sure!”

I couldn’t believe they wanted me to test the cameras. Getting invited to do this was an honour and I couldn’t say no! A few days later, I picked up the brand-spankin’-new X-T1, an X-E2 and a couple of lenses.

I spent a few days with them and I didn’t have the chance to use them on work, but I can say that I loved them. For starters, they’re tiny and weigh next to nothing compared to our D700s and D3. To me, this is the big advantage of this X-series. Besides, their retro design is a total conversation starter: everyone asked “what camera is that? That’s an old film camera, isn’t it?”. Everyone’s got a big DSLR these days, with their big zoom lenses and these tiny cameras are a breath of fresh air. And no one’s intimidated when you point the lens at them 🙂

Speaking of lenses, I had 3 different models at hand: 18-55 f/3.5-5.6,  18 f/2 and the newest 56 f/1.2. I’m not a big fan of zoom lenses and I love wide angle, so I ended up using the 18 /f2 (27 f/2 equivalent in 35mm) most of the time because I love this focal length. But that 56 is astounding. It’s stupidly sharp, even wide open at f/1.2. But what I like the least is its size and weight. If  you’re using small cameras, why have huge lenses?

I don’t talk about resolution, megapixels or very technically profound stuff because, to be honest, what I care about is ease of use and image quality when in print. And Fuji did their best: I’d never handled an X-camera before and within 5 minutes, I was completely at home. All the buttons and dials are intuitive, easy to use and they have a very simple menu system. And the X-T1 has everything at hand, with dedicated ISO and shutter speed dials. And just as every Nikon lens (except the G-series), all Fuji lenses have the aperture ring on them. Everything very accessible and practical.

In the end, what I’d like to have is all the features of the X-T1 on an X-Pro1 body, that I had the chance to try during the workshop. To me, the X-Pro1 is the most beautiful of all the X-cameras and I hope Fuji releases an X-Pro2 with all these improvements in the near future 🙂

I’m just sorry that I haven’t had the chance to use these cameras for a little more time and test them in the real world, while on a job. I’m very curious to see how the wedding guests react to one of these X 🙂
-Pedro

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Comment

28/04/2014
Interesante Pedro! muito interesante! fico com muita curiosidade destas máquinas!;-) obrigado por trasladar as tuas opiniões!

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